Quero sem querer…

Eu até lembrei da música “Evidências”, que diz: “Quando digo que deixei de te amar, é porque te amo.” Então, isso é tão comum no processo terapêutico. Muitas pessoas chegam esperando uma confirmação ou uma solução ou simplesmente um aliado refletido na imagem do Psicólogo.

Compreender que o motivo daquela sessão, daquele investimento, daquela busca, é VOCÊ, para alguns é um desafio… Encarar que VOCÊ é o responsável pela mudança é outro desafio.

Esse é um assunto profundo e delicado. Para mim, quando a pessoa decide que quer ajuda psicológica e se disponibiliza para o processo psicoterapêutico, ela precisa tomar uma decisão.
Uma escolha necessita ser feita, aquele espaço será utilizado para favorecer consciência, sentir dores não curadas, olhar para dentro, talvez pela primeira vez.
Muito trabalho interno será realizado.

Algumas pessoas falam: “terapia não é para mim.” “Aquele Psicólogo não é bom.” “Ficar conversando não resolve meus problemas.” Quando se trata de uma jornada interna, que nos mobiliza tanto, é fundamental investigar a disponibilidade interna de cada uma delas para iniciar, perseverar e sair desse mergulho interno, chamado terapia.

Como é a sua relação com esse universo da psicoterapia?

Você está mesmo aberta para iniciar essa jornada?

Quando aceitar esse chamado, sugiro que seja porque você sente que está pronta. Que sozinha ficou difícil. Ou que agora está disposta a olhar para o que aprendeu a negar e caminhar na direção da solução e autorrealização. Permita que seja no seu tempo. Eu confio que saberá reconhecer que seu momento chegou. Não somente da terapia e sim, de se permitir acessar a sua autodireção e começar a fazer diferente.

Poliana Mota.
Psicóloga e psicoterapeuta.

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