O limite que foi dado na infância por causa de uma crença familiar, por uma necessidade de proteção e cuidado que os seus pais nutriam, para sinalizar o que socialmente esperam de você, ele ecoa ainda hoje. Você já parou para ouvir?
Pode ser um limite simples. Por exemplo: não pode comer manga e tomar leite. Ao aceitar sem questionar esse limite você só se protege, só recua, só se defende.
Quando aceita o que o outro impõe como verdade, você escolhe não acessar o seu poder de decisão, sua capacidade de questionar, de refletir… não exercita a sua autorresponsabilidade.
Hoje questione quais são os limites imaginários que você está se impondo, obedecendo, acatando?
Reflita: “Se esse limite … não existisse, eu…”
O limite que está determinando até onde pode ir, guarda uma crença, uma lealdade, uma necessidade de pertencer, um medo, um condicionamento mental.
Investigue… descubra!
Poliana Mota.
Psicóloga e psicoterapeuta.










