Sentir é curar…

“Toda emoção negativa que não é plenamente enfrentada nem considerada pelo que ela é no momento em que se manifesta não se dissipa por inteiro. Deixa atrás de si um traço remanescente de dor.

Para as crianças, em especial, as emoções negativas muito fortes são tão insuportáveis que elas não conseguem enfrentá-las, por isso tendem a evitá-las. Na ausência de um adulto consciente que as oriente com amor e sensibilidade a lidar de forma direta com esse tipo de emoção, a decisão de não sentir é, na verdade, a única opção da criança naquele momento. Infelizmente, em geral, esse mecanismo básico de defesa continua a vigorar até à vida adulta. A emoção sobrevive sem que a pessoa perceba e manifesta-se de maneira indireta – por exemplo, como ansiedade, raiva, explosões violentas, mau humor ou até mesmo como uma doença. Em alguns casos, ela interfere em todos os relacionamentos íntimos, podendo até mesmo sabotá-los.” (Eckhart Tolle)

Você ainda tem alguma dúvida que reprimir o que foi doloroso não é uma boa estratégia de enfrentamento?

Observe se você ainda resiste em olhar para o que hoje te provoca incômodo. Identifique se o motivo desse desconforto é com relação a um problema atual ou diz respeito a uma repetição compulsiva fixada por sua lente interna do passado que garante toda análise e interpretação da sua vida. Seja como for, você pode fazer uma escolha… E ela começa pela consciência…

Poliana Mota.
Psicóloga e psicoterapeuta.

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